O início da jornada

Inovação é algo que tem me fascinado desde que comecei a ter um contato mais profundo com o tema (aproximadamente dois anos atrás). Efetivamente, meu encantamento com o assunto surgiu quando participei pela primeira vez de uma oficina de ideação com Design Thinking (DT).

Desde então tenho estudado o tema em livros, blogs, artigos, participado de cursos e aplicando o que aprendo no meu trabalho no setor público.

E então uma ideia surgiu, fomentada a partir do curso mais recente que tinha feito (Business Design) aliado ao evento que participei logo em seguida (Inovação Aberta da Rede InovaGov).  Estava pensando comigo mesmo:

O mundo está cheio de pessoas que tem ideias muito interessantes, mas existe um abismo entre a ideia que está na cabeça das pessoas e ela, de fato, ser concretizada. Como podemos ajudar esta concretização?

Abordagens como Design Thinking e ferramentas como o Canvas ajudam a modelar e concretizar essas ideias. Pessoalmente, eu gosto muito dessas abordagens e ferramentas porque elas trazem o foco para o cliente, isto é, a pessoa que será impactada pelo resultado concreto dessa ideia.

Embora o DT e o Canvas sejam muito utilizados para criação de novos produtos para lançamento no mercado, é perfeitamente possível utilizá-las para modelar qualquer ideia, desde um projeto pessoal até mesmo uma política pública, pois o foco é gerar valor para as pessoas (que em alguns casos, você pode precificar e cobrar por isso).  

E eu tenho a hipótese de que muitas ideias morrem por dois motivos: a maioria das pessoas desconhece como trabalhar as suas ideias e também como expor e conectar suas ideias com as pessoas que podem ser potenciais clientes.

Com base nisso, os meus questionamentos são: É possível ajudar as pessoas a modelarem as suas ideias de uma forma simples? É possível aproximar rapidamente idealizadores e clientes para acelerar o processo de prototipagem, teste e iteração? 

Eu acredito que seja possível. E tentando aplicar o que tenho aprendido sobre inovação pensei em criar uma ferramente e vou tentar desenvolvê-la.

O blog é um "companion" dessa jornada, para registrar o histórico, os erros, os aprendizados.

Não há inovação sem aprendizado. Não há aprendizado sem erro. E não há erro se você não tiver a coragem de sair da sua zona de conforto.

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